AUTORIDADE ESPIRITUAL:
SIMPLESMENTE INEGOCIÁVEL
(Josué 1. 16-18)
Tema: CONSEQUÊNCIAS
DA DESOBEDIÊNCIA
Texto: Gênesis
3.1-24
Introdução:
Todo ato de
desobediência tem sua origem em um princípio de rebelião satânica. Falar em
desobediência é, antes de tudo, falar sobre o espírito de rebelião. É a
presença deste espírito e o lugar dado a ele que leva o indivíduo a uma atitude
de desobediência, uma vez que alguém é atraído por este espírito, sua vida é
dominada e suas atitudes passam a refletir a presença dele.
Portanto, a
desobediência é o resultado da ação demoníaca do espírito de rebelião na vida
de uma pessoa que se abriu para sua atuação e controle.
Quando nos
deparamos com uma atitude de desobediência, estamos diante de uma ação deste
espírito maligno, enviado por satanás.
Fica claro,
portanto, que se queremos falar sobre as conseqüências da desobediência,
precisamos identificar o espírito da desobediência, ou seja, o espírito de rebelião.
ü
Como
identificá-lo?
ü
Alguém
está sob o controle deste espírito quando...
I – A palavra de Deus deixa de ser absoluta e
passa a ser tratada como relativa (vs
2:17; 3:1,3)
“O Senhor Deus ordenou ao homem... Da árvore
do conhecimento do bem e do mal não comerás...”
“mas, a serpente... Disse à mulher: é assim que Deus
disse: não comerás de toda árvore do jardim?”
Ø
A
palavra de Deus é adequada aos interesses pessoais;
Ø
De repente
a palavra de Deus deixa de ser uma ordem absoluta e se torna algo que pode ser
relativisada, questionável, colocada em dúvida.
Ø
De repente
àquilo que Deus disse não, pode ser transformado em um meio sim.
II - O Senhor deixa de ser autoridade absoluta
e você assume o seu lugar (vs 4,5)
“... A serpente disse à mulher: é certo que
não morrereis... Deus sabe que no dia em que dele comerdes, seus olhos serão
abertos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal”.
Ø
O
espírito de rebelião leva o homem a querer o lugar de Deus. (Is 14.12-15; Ez
28.13-17)
Ø
O
ponto crucial da recomendação foi mais do que a proibição de comer certo fruto;
antes, significava que Deus estava colocando adão sob autoridade para que
aprendesse a obedecer.
Ø
Só
quem está debaixo de autoridade pode constituir uma autoridade.
III – A autoridade constituída por Deus é
negligenciada em detrimento de suas próprias
decisões (v. 6)
“...a mulher... tomou do seu fruto e comeu-o”.
Ø
Deus,
ao criar primeiro a Adão, colocou-o em posição de autoridade, e Eva, sob a
autoridade de Adão. Um como autoridade e o outro em submissão.
Ø
Todo
aquele que for criado primeiro é a autoridade; todo aquele que for salvo
primeiro será a autoridade.
Ø
Onde
estivermos, precisamos descobrir quem é a autoridade que Deus colocou sobre
nós.
Ø
Eva
tomou sua própria decisão; ela não o fez em submissão, mas de sua própria
vontade.
Ø
O
rebelde não pensa nas conseqüências que sua atitude poderá acarretar às outras
pessoas.
Ø
Rebelar-se
contra a autoridade representativa de Deus é o mesmo que rebelar-se contra o
próprio Deus. (Ex 16.8b)
Ø
Toda
a atitude que implica desobediência, constitui uma queda, e qualquer atitude de
desobediência é rebeldia.
F.T.: O espírito de
rebeldia está presente quando:
IV - Perde-se a sensibilidade
espiritual e a responsabilidade é transferida para outro. (vs 12, 13)
“Foi a mulher... Foi a serpente...”
(Foi
o Senhor, que criou tanto a mulher quanto a serpente, a culpa é tua Senhor.)
Ø
O
rebelde sempre responsabiliza alguém, exceto ele mesmo.
Ø
A
culpa é do pastor que não me apóia, não me da espaço para eu desenvolver o meu
ministério etc.
Ø
Adão
foi incapaz de ver e admitir seu erro e Eva também.
Ø
Satanás
falou que seus “olhos” se abririam, mas
pelo contrário, ficaram cegos.
Ø
A
rebelião cega.
Agora trataremos das conseqüências da desobediência. Quando
alguém dá lugar ao espírito de rebeldia ou rebelião, torna-se uma pessoa
desobediente, e toda desobediência traz conseqüências.
AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA (Nm 16.1-50)
Em primeiro
lugar, o que caracteriza uma pessoa desobediente?
I - Suas palavras (II
Pd 2.10-14; Ef 5.6; Jd 8-10; Mt 12.34)
Ø
Um
homem rebelde de coração acabará proferindo palavras de desobediência, pois a
boca fala do que o coração está cheio.
Ø
A
rebeldia de uma pessoa se expressa através de sua língua.
Ø
Concorda
na frente, mas pelas costas profere murmurações e injúrias, pode manter
silêncio diante de um homem, mas tem muito a dizer em altas vozes depois.
II – O mal uso de sua
razão (Rm 9.19-24)
Ø
As
palavras de rebeldia brotam do raciocínio do homem.
Ø
Cão
tinha suas razões para injuriar seu pai, pois Noé estava embriagado e nu (Gn
9.20-24).
Ø
Miriã
falou contra Moisés com base no fato de seu casamento com uma mulher cuxita (Nm
12.1).
Ø
O
rebelde tem suas razões.
Ø
Coré
e seu grupo também tinham suas razões.
Ø
Palavras
injuriosas como estas geralmente são geradas pelo raciocínio.
Ø
Existem
dois tipos de cristãos:
o
Os
que vivem no nível da razão; e
o
Os
que vivem no nível da autoridade de Deus.
Ø
Se
alguém quer aprender a obediência, tem que deixar de lado a razão. Ou viverá
pelo uso da razão humana ou pela autoridade de Deus; é impossível viver através
de ambas.
Ø
Não
podemos seguí-Lo de um lado e do outro, exigir a revelação dos motivos.
Ø
Na
argumentação não teremos adoração, tão logo a obediência se ausenta, desaparece
a adoração.
III – Seus maus
pensamentos (II Co 4.6)
“Levando
todo pensamento cativo à obediência de Cristo”.
Ø
Palavras
rebeldes brotam de um raciocínio rebelde, e o raciocínio por sua vez trama o
pensamento, portanto, o pensamento é o fator central na rebeldia.
Ø
Podemos
perceber se alguém já tomou conhecimento da autoridade observando se as suas
palavras, argumentos e pensamentos já foram devidamente reestruturados pelo Espírito
Santo.
Resumindo:
Se um irmão reconhece ou não a autoridade de Deus (e seus
delegados), pode ser facilmente percebido, observando-se o seguinte:
o
Pronuncia
palavras rebeldes?;
o
Argumenta
diante de Deus?; e
o
Oferece
muitas opiniões?.
Quais são,
portanto, as conseqüências da desobediência na vida de um indivíduo? (Nm
16.1-50).
I – Perde sua posição
diante de Deus (vs 5, 11)
Ø
Foi
assim com Adão e Eva e com todo aquele que é rebelde.
Ø
Os
levitas acampavam ao lado do tabernáculo, separados das outras tribos; o mais
importante, eles tinham o dever de levantar e carregar o tabernáculo, bem como
os objetos mais sagrados, como a própria arca (Nm 4.1-20).
Ø
Em
termos de posição só ficavam abaixo dos sacerdotes, mas eles queriam o próprio
sacerdócio.
Ø
Aquele
que não obedece a autoridade, na verdade quer ser a autoridade.
Ø
Jesus
falou sobre o servo a quem mais foi confiado por seu senhor:
o
“Servo mau e negligente, sabias que ceifo
onde não semeei e ajunto onde não espalhei, cumpria, portanto, que entregasses
o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é
meu. Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez, porque a todo o que tem
se lhe dará, e terá em abundância, mas ao que não tem, até o que tem lhe será
tirado. E o servo inútil lançai-o para fora, nas trevas. Alí haverá choro e
ranger de dentes. (Mt 25.26-30)
Ø
Qual
foi o pecado do servo? Ele sabia qual era o desejo de seu senhor e não o
obedeceu.
Ø
Obedecer
é a vontade de Deus.
Ø
Coré
e seus aliados tinham uma posição de honra (v. 2), mas por causa da rebeldia
contra seu líder, foram cortados, perderam tudo.
F.T.: Aquele que se
entrega ao espírito de rebeldia (desobediência)...
II – É alvo do juízo de
Deus (ele morre). (vs. 31-33)
Ø
A desobediência
destes homens trouxe-lhes a morte e para todas as suas famílias.
Ø
A
desobediência é fruto da rebeldia, e a rebeldia tem sua origem no próprio Lúcifer.
Ø
Embora
se achassem tão nobres e tão santos, não passavam de rebeldes.
Ø
Deus
não compactua com o rebelde, Ele traz o seu juízo sobre aquele que vive debaixo
de um princípio de rebelião. (II Tm 4.14,15)
Ø
Os
desobedientes não têm herança e nem cumprimento de promessas da parte de Deus (Hb
3.18,19).
Conclusão:
v
A
igreja precisa arrepender-se de toda rebeldia contra Deus e suas autoridades
constituídas.
v
Nenhum
cristão rebelde e desobediente participará de toda conquista que Deus dará à
sua igreja.
v
Ainda
há tempo, confesse e seja liberto de toda ação do espírito da rebeldia.
Tema: AS
CONSEQUÊNCIAS DA OBEDIÊNCIA
Texto: Filipenses
2.1-18
Introdução:
Se Satanás é o
modelo e pai da rebelião e da
desobediência, Jesus é o modelo e fonte de toda obediência. Ele é o nosso
referencial de como devemos ser obedientes a Deus e aos nossos líderes.
Quais são as conseqüências
da obediência na vida do crente?
Em primeiro
lugar, por que voce deve ser obediente?
I – Porque a
obediência é a marca de Jesus em você.
Ø
A
palavra nos exorta a sermos como Jesus. Ele falou que se alimentava da vontade
do Pai.
Ø
Jesus
abriu mão de sua posição (v. 6)
Ø
Jesus,
sendo igual a Deus, tornou-se o menor, tornou-se servo.
Ø
Jesus
obedeceu até a morte, seu nível de obediente extrapola, e muito, o que
chamamos de obediência.
Ø
“Estar
cheio de Jesus é estar cheio de obediência”
(Watchman Nee)
II - Ser
obediente é o
propósito de Deus para sua igreja – Você é igreja (I Ts
1.5,8)
Ø
A
igreja é o terreno onde a autoridade de Deus é exercida.
Ø
Deus
recompensa aos obedientes.
F.T.: Ao obediente Deus...
I – Traz honra (Fp
2.9)
Ø
Deus
deu ao Filho honra sobre tudo.
Ø
O Filho
é exaltado nos céus e na terra.
Ø
Se
voce decide obedecer a Deus em tudo, Ele o colocará em uma posição de honra.
II – Dá autoridade
espiritual (v. 9b-11)
Ø
O Pai
colocou o Filho, que Lhe obedeceu em tudo, em lugar de autoridade.
Ø
Aquele
que é obediente a Deus e às suas autoridades constituídas, Deus o faz
autoridade.
Ø
O
caminho para se chegar ao lugar de autoridade começa, antes de tudo, no chão,
no pó da submissão à autoridade que Deus colocou sobre sua vida.
Ø
Antes
de tudo, Jesus desceu para que depois pudesse subir e assentar-se à direita do Pai,
tendo todos os inimigos debaixo de seus pés. Aleluia!!!
Ø
Você
quer ser autoridade, quer estar em um lugar de autoridade? Desça logo da
posição de desobediência e insubmissão, e Deus lhe dará autoridade e o fará
autoridade nesta cidade.
Ø
Os
filhos de Deus não podem ser independentes, auto-suficientes e autoconfiantes,
não sujeitos às autoridades constituídas por Deus; assim fazendo, jamais
poderão realizar a obra de Deus.
III – Faz de você um
referencial para os outros (vs 14, 15)
A palavra de Paulo aos filipenses é: se vocês forem
obedientes como Jesus, Deus usará vocês como filhos no meio de uma geração
perdida.
Ø
Através
da obediência da igreja muitos serão salvos.
IV – A obediência traz derrota ao inimigo
Ø
Ao
morrer sua morte sacrifical, Jesus cumpriu a lei e tomou das mãos do diabo a
autoridade que tinha sobre a terra e sobre os homens.
Ø
Paulo
fala que Jesus é o segundo Adão, que desfez tudo o que o primeiro Adão fez ao
pecar.
Ø
Quando
se decide obedecer a Deus, portas espirituais são abertas.
Ø
Satanás
tentou fazer com que Jesus desobedecesse ao Pai, mas Ele lutou pela obediência
e venceu.
Ø
O
obediente é um eterno vencedor.
Conclusão:
Decida hoje ser
um discípulo autêntico de Jesus.
A obediência leva voce a viver no centro
da vontade de Deus.
A obediência fará de você um indivíduo
cheio de autoridade espiritual e uma autoridade nesta cidade, através de você, Deus
manifestará sua glória a este povo e Satanás será subjugado em o nome de Jesus.
Tema: RESPEITANDO E HONRANDO A LIDERANÇA
Texto: Marcos 6.1-6
Introdução:
O que é uma
autoridade espiritual?;
Qual a finalidade de Deus ao estabelecer
as autoridades?
ü
Em
primeiro lugar, a autoridade espiritual é um instrumento de Deus para abençoar
a nossa vida. Deus, não quer que vivamos desvinculados uns dos outros, sem um
vínculo de dependência, sujeição e obediência; para tal, Ele instituiu figuras
de autoridade que O representam aqui na terra.
ü
Em
segundo lugar, ao instituir as figuras de autoridade, Deus tinha por
finalidade, segundo Paulo escreveu a Timóteo no capítulo 2.1-3, que devemos
orar por todas as autoridades, para que vivamos uma vida melhor, ele diz que
esta é a vontade de Deus.
Podemos concluir
que as autoridades são instrumentos de Deus para nos abençoar. A bênção de Deus
flui através de suas autoridades.
Qual o propósito de Deus ao estabelecer a
autoridade espiritual? (Ef 4.7-16)
1° - Para o
preparo dos crentes visando a realização da obra de Deus (v. 12)
Ø
Deus
estabelece autoridade através de uma figura de autoridade.
Ø
Deus
jamais estabeleceu como figura de autoridade alguém que não tem ministério (Wathmann
Nee).
Ø
Preparar
a igreja, treiná-la para sua missão (W. Nee).
Ø
A
autoridade espiritual treina, comanda, equipa e direciona a igreja para a
realização da obra de Deus na terra.
2° - Para o
crescimento da igreja (v. 13)
Ø
Deus,
em Cristo, estabeleceu a autoridade espiritual para nutrir o corpo, a igreja.
Ø
A
liderança é responsável por chamar a igreja a uma mesma visão, direção, para um
propósito espiritual.
Ø
A
liderança de Deus para a sua igreja é exercida através de uma liderança
escolhida e capacitada por Ele mesmo.
Ø
Uma
igreja sem uma liderança espiritual, (apóstolo, profeta, evangelista, pastor e
mestre), não pode experimentar o crescimento de Deus para ela.
Ø
A
figura de autoridade espiritual na igreja é a figura do supremo pastor, que é Cristo
na igreja. (I Pd 5.1-6)
3°- Para que a
igreja tenha convicção de sua identidade e consistência em sua mensagem (v. 14)
Ø
A
igreja de Cristo tem uma liderança.
Ø
O propósito
dos dons espirituais é o de capacitar pessoas para o exercício do ministério e
o preparo doutrinário espiritual da igreja.
Ø
É o
líder espiritual que alimenta o seu rebanho, dando o alimento que nutri e
fortalece a igreja, a fim de que cada
membro tenha convicção de quem é em Cristo e, do seu papel como propagador do
genuíno evangelho de Cristo.
Ø
A
igreja que entende o que é submissão, respeito, obediência e serviço para com
seu líder espiritual, experimentará o verdadeiro crescimento em todas as áreas
ministeriais.
Ø
O que
mais tem atravancado e impedido o crescimento da igreja, é a falta de visão
para com a figura de autoridade espiritual constituída por Deus (Rm. 13.1-7).
RESPEITANDO E HONRANDO A LIDERANÇA ESPIRITUAL (Mc 6.1-6)
F.T.: Como a igreja deve
tratar uma autoridade espiritual?
I – Reconhecendo e
valorizando por ser um instrumento de Deus,
levantado e
enviado por Ele. (vs 2, 3a)
Ø
Jesus
começou a ensinar e muitos ficaram admirados.
Ø
Jesus
viveu trinta anos em Nazaré, por isso, Marcos considera como sua terra natal.
No v. 3, ele diz que o identificaram como filho do carpinteiro.
Ø
Jesus
cresceu entre eles. As mentes das pessoas estavam tomadas pelas dúvidas, por
isso, não permitiam a penetração das verdades de Deus.
Ø
Só
porque O conheciam desde criança, e também sua família, não era motivo para
desprezá-Lo.
Ø
Jesus
e seus discípulos estavam representando os interesses do Pai (vs. 6, 7),
portanto deviam ser tratados como tais.
Ø
Ainda
hoje, Deus tem levantado homens e mulheres para liderarem seu povo e O
representarem entre eles.
Ø
A
igreja que se submete a Deus, deve fazê-lo, reconhecendo e valorizando as
autoridades por Ele constituídas.
Ø
Elas
são pessoas comuns como outras quaisquer, mas com um chamado, uma missão e a
unção da parte de Deus.
Ø
Aquele
que se submete, o faz em respeito a Deus e à unção de Deus na vida de seu
líder.
II – Respeitando e
honrando por ser um servo de Deus (vs 3b, 4)
Ø
Eles
disseram “não é este o carpinteiro?”.
Ø
Em Mt
13.55, Jesus é descrito como o filho do carpinteiro.
Ø
Marcos
o chama de carpinteiro, e seu texto é mais correto, ou seja, Jesus era um
simples carpinteiro.
Ø
Era
muito difícil respeitar e honrar um simples carpinteiro.
Ø
As
pessoas não gostam de honrar quem está, socialmente falando, em um nível igual
ou abaixo delas.
Ø
Para
elas, Jesus não estava credenciado como profeta de Deus, por causa de sua
origem, eles pensavam que sabiam tudo acerca de Jesus, e por isto, não deram a Ele
o devido respeito e a honra devidos a um profeta de Deus.
Ø
Muitos
na igreja agem da mesma forma para com aqueles que são autoridades de Deus
entre o seu povo. Não o respeitam e não o honram.
Ø
Há
quem diga do seu líder:
o
“ele é um homem como eu”,
o
“ela é uma mulher como eu”.
Ø
Isso
nada mais é do que uma desculpa para não ser submisso e obediente àqueles que
são autoridades constituídas por Deus.
Ø
É
mais fácil para alguns, desrespeitarem e desonrarem o seu líder, do que viver
em completa submissão à palavra de Deus e ao que ela nos ensina sobre como
tratar uma autoridade espiritual (Rm. 13.1-7)
III – Sustentando com
dignidade, por ser um enviado de Deus (vs. 8,9; Fp 4.14; I Tm
5.17,18; III Jo 5.8)
Ø
Os
discípulos seriam sustentados pela fé, mas através de pessoas, de seus
ouvintes.
Ø
Em
toda a bíblia, onde se encontra alguém sendo enviado por Deus para uma missão,
encontra-se também o sustento de Deus a este servo.
Ø
A
viúva de Sarepta, a Sunamita, a igreja de Corinto, (I Rs 17.8-16; II Rs 4.8-10;
I Co 9.7-11; Gl 6.6; Mt 10.10) e etc.
Ø
Alguns
na igreja querem que o líder viva sem nenhum conforto e dignidade.
Ø
O
profeta de Deus deve ser tratado como tal.
Ø
O
sustento é um direito concedido e ordenado pelo Senhor (I Co 9.4a, 12, 14).
Ø
É
para suprir as necessidades daquele que serve a Deus servindo você (I Co
9.1,2,10).
Ø
É o
fruto do trabalho de seu líder. (I Co 9.10, 13).
Ø
O
sustento é o desejo de Deus para seu ministro (I Rs. 17.4b, 9b).
Ø
O
sustento é o sinal de obediência à palavra e por amor ao seu líder, gera a
multiplicação dos recursos (I Rs. 17.15,16),
Ø
Deus
provará àqueles que são instrumentos dEle no sustento do seu servo (I Rs
17.17-24).
Ø
A
viúva de Sarepta semeou na vida do profeta e foi provada com a morte de seu
filho.
Ø
Nos
momentos de aperto, muitos dizem: “não
vejo razão para continuarmos pagando tanto ao pastor, estamos passando tanto
aperto...”
Ø
Mas Deus
usou Elias para trazer seu filho de volta à vida.
Ø
Deus
vai suprir os visionários.
IV – Dando crédito à sua mensagem por ser
palavra de Deus (Mc 6.11- 13)
Ø
Onde
os enviados de Jesus não fossem bem recebidos, deveriam ser considerados
indignos da bênção, tais pessoas receberiam o juízo de Deus sobre si.
Ø
Ao
desonrar uma autoridade constituída, o indivíduo traz sobre si o juízo de Deus.
Ø
Significa
dizer que, ao tratá-la com respeito e honra, a bênção de Deus será derramada
sobre quem o faz.
Tema: SUBMETER-SE
À VOZ DE COMANDO, PRINCÍPIO INEGOCIÁVEL PARA
CONQUISTAR
E TRANSFORMAR A CIDADE.
Texto: Números
12.1-16
I – Deus revela sua visão a uma liderança espiritual específica (v.
2)
Ø
Miriã
e Arão questionaram se de fato Deus confiara a missão de liderar Israel a
conquista da terra somente a Moisés.
Ø
Embora
ambos fossem líderes como Moisés, eles estavam numa posição de subordinados
dele e, não acima dele ou até mesmo em pé de igualdade com ele.
Ø
Deus
é extremamente rígido com a figura e posição de autoridade, ninguém terá de Deus
aquilo que Ele confiou a outro. Suas escolhas são inegociáveis.
Ø
Moisés
tinha um chamado e uma missão dados pelo próprio Deus e ninguém lhe usurparia
tal posição.
Ø
Ele
era a voz de comando para Israel e não Arão e Miriã.
Ø
Em Tito
1.3, Paulo afirma que Deus, no devido tempo, lhe confiou a sua palavra como uma
ordem.
Ø
Em Amós
3.7 encontramos: “Certamente o Senhor, o
soberano, não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os
profetas”.
Ø
O
desejo de Deus é revelar seus sonhos e suas visões aos seus escolhidos.
Ø
Deus,
em toda a história, trabalhou por meio de uma liderança espiritual.
Ø
Muitos
avivamentos só aconteceram por causa de uma pessoa que Deus levantou para isso.
Ø
O povo
de Deus precisa de uma liderança, uma igreja que não tem uma liderança
espiritual é uma igreja morta.
Ø
As
igrejas que hoje estão em um grande nível de conquista são aquelas que tem uma
liderança espiritual visionária.
Ø
A
voz do povo não é a voz de Deus. A voz de Deus é a voz de Deus falada a um
homem ou a uma mulher de Deus.
Ø
Deus
pode falar a muitas pessoas, mas no que diz respeito a uma visão, essa Ele só
dá a uma pessoa específica, sua liderança espiritual.
Ø
A
conquista de Israel estava atrelada à sua submissão à liderança de Moisés e não
a liderança de Miriã e ou de Arão.
Ø
É o
líder da igreja o instrumento que a leva a cumprir a visão dada por Deus.
Ø
Em Tito
2.15, Paulo declara que a igreja não devia desprezar a liderança do pastor Tito,
ele devia exortá-los e repreendê-los e a igreja acatar.
Ø
Por
causa da rebelião de Arão e Miriã, o povo ficou parado.
Ø
A
rebeldia, a insubordinação do povo atrasa a conquista; dá legalidade a demônios
que se infiltram no seio da igreja, levando-a a um estado de inércia,
impedindo-a de conquistar.
Ø
Não
há unidade na desobediência, e sem unidade não há conquista.
Ø
A
igreja que quer ser uma conquistadora, precisa se enquadrar e se submeter ao
padrão de Deus, e o padrão de Deus é: submissão e obediência.
II – A divisão causada pela rebelião traz suas conseqüências
(Nm 14.1-44)
Ø
No
texto de Nm 14, o povo se levanta contra a liderança de Moisés e Arão, eles
falaram até mesmo em levantar um novo líder para levá-los de volta ao Egito.
Ø
A conseqüência
desta atitude rebelde foi que todos que murmuraram contra Deus e seus líderes,
não entraram na terra da promessa.
Ø
A
rebeldia à liderança priva voce da herança e da promessa.
Ø
Ninguém
que viva isolado, fora de uma liderança tem direito à promessa.
Ø
Nos
vs. 44-45, eles tentaram voltar atrás e entrar na terra, mas diz a palavra que,
nem a arca da aliança e nem Moisés foram com eles. A conseqüência foi a derrota
para os amalequitas e cananeus.
Ø
Não
se conquista sem que esteja aliançado com Deus e em perfeita submissão à sua
palavra.
Ø
Rebeldes
não conquistam porque estão sem a “arca da aliança” e sem uma cobertura
espiritual.
Ø
Em Nm
16 encontramos a rebelião de Coré, Datã e Abirão, vejamos o que diz os versos 2
e 3:
o
“levantaram-se perante Moisés com duzentos e cinqüenta
homens dos filhos de Israel, príncipes da congregação, eleitos por ela,
varões de renome, e se ajuntaram contra Moisés e contra Arão e lhes
disseram: basta. Pois toda a congregação é santa, cada um do povo é santo, e o Senhor
está no meio deles...”
Ø
Embora
houvesse uma liderança escolhida pela congregação de Israel, isso não lhes dava
o direito de se levantarem em oposição à liderança de Moisés e Arão.
Ø
A
consagração não pode suplantar a rebeldia. A obediência é maior que a
consagração.
Ø
No
meio da igreja existem muitas vozes, mas a voz de liderança Deus deu ao líder
principal.
Ø
Estes
homens trouxeram divisão ao povo e, consequentemente, morte.
Ø
Rebelar-se
contra a voz de comando nunca trará vitória a ninguém, pelo contrário, só traz
desgraça.
Ø
Toda
a casa de Coré, Datã e Abirão pereceram, bem como todos os que se uniram a eles
nesta rebelião, e quanto aos líderes (250) eleitos pela congregação de Israel,
homens de renome, Deus os consumiu com fogo (v. 35).
Ø
A
liderança de uma igreja deve ao seu líder principal, obediência e submissão.
Ø
Eles
são parceiros de trabalho, são importantes, úteis e valiosos, mas não são os
líderes que Deus escolheu e a quem Deus deu a visão.
III – A igreja conquista debaixo de um princípio
de autoridade espiritual (Ex. 17.8-16)
Ø
Na
guerra contra Amaleque, o cetro de autoridade estava na mão de Moisés.
Ø
Ao
seu lado estavam seus liderados, à frente seus inimigos e sobre eles a
cobertura do Senhor.
Ø
A
guerra foi ganha porque as coisas estavam debaixo do princípio de autoridade
espiritual.
Ø
Moisés
era o canal por onde a unção de guerra e de conquista fluíam.
Ø
O
inimigo não pode contra uma igreja que tem um líder com o cetro de autoridade
na mão. Deus dá a vitória ao povo que obedece ao princípio de autoridade
espiritual.
Ø
Deus,
após a vitória de seu povo, mandou Moisés escrever para as gerações futuras que
riscaria o nome de Amaleque de debaixo do céu.
Ø
Quando
o povo guerreia contra o inimigo obedecendo o princípio de autoridade
espiritual, o nome do inimigo é riscado para sempre.
Ø
No
livro de Atos 13.1-3, encontramos o
relato sobre o chamado de Paulo e Barnabé.
Ø
Na
igreja de Antioquia havia profetas e mestres, havia liderança espiritual.
Ø
O Espírito
Santo não tem dificuldades para agir num ambiente onde há o princípio de
autoridade espiritual.
Ø
Em Mateus
8.5-13, um centurião vai até Jesus pedir que Ele cure seu servo; Jesus se
dispõe a ir. Quando é impedido pelo homem, ele diz para ele que não precisava
mais ir, que desse apenas uma ordem e o seu servo seria curado. O que ele diz?
o
“...mas apenas manda com uma palavra, e o meu
servo será curado. Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho
soldados às minhas ordens e digo a este,
vai; e ele vai. E a outro, vem; e ele vem; ao meu servo, faze isto, e
ele o faz”.
Ø
Jesus
ficou admirado com a fé daquele homem.
Ø
Meu
amado, não existe fé que agrade mais ao Senhor do que a fé que é baseada na obediência
ao Senhor e a sua palavra.
Ø
Para
Deus, fé e obediência andam juntas.
Ø
O
servo do centurião foi curado, ele e sua casa foram visitados pela unção do Senhor
que mudou o ambiente de sua casa.
Voce quer ver e viver milagres em sua
casa, família, igreja e cidade? Seja uma pessoa sujeita à autoridade de Deus e
às autoridades constituídas por Ele.
Conclusão:
Deus vai levar sua igreja a um nível
sobrenatural de conquista nestes dias, no entanto, a igreja que viverá esta
conquista será aquela que está debaixo do princípio de autoridade espiritual,
obedecendo à voz de comando do seu líder; esta igreja experimentará as bênçãos
de Deus em todos os aspectos de sua existência nesta terra.
Não podemos nos esquecer que Deus
escolheu um meio para nos abençoar aqui na terra, as autoridades por Ele constituídas.
Debaixo deste princípio poderoso, Deus derramará
sua unção para que tenhamos a vitória sobre as forças do inferno.
Tema: QUEBRANDO
AS FORTALEZAS DA DESOBEDIÊNCIA.
Texto: II Coríntios
10. 1-12
Introdução:
Já aprendemos o
que é a desobediência e onde ela se originou (em Satanás). A desobediência cria uma fortaleza espiritual
que aprisiona a pessoa, levando-a a opor-se ao próprio Senhor.
ü
Quem
se opõe a uma autoridade espiritual, se opõe na verdade, Àquele que a
constituiu.
ü
Mas
o que é uma fortaleza espiritual?
Texto: II Coríntios 10.1-12
A palavra “fortalezas” (ochuroma), encontra-se apenas aqui, no Novo
Testamento. Ela é empregada em sentido literal em Pv 21.22
o
“o sábio escala a cidade dos valentes e derriba
a fortaleza em que ele confia”
Filo a usa de modo figurado ao falar de
uma fortaleza construída por palavras persuasivas contra a honra de Deus.
No entanto, a inspiração de Paulo para
falar sobre “fortalezas”, veio da prática militar de edificar fortalezas,
inclusive havia uma enorme em Corinto.
Paulo usa a figura da fortaleza para
descrever a fortificação da alma mediante argumentações racionais que a tornam
inexpugnável sob o ataque dos argumentos contrários à sua fé.
Ø
O
apóstolo Paulo encontrou na igreja de Corinto
uma verdadeira fortaleza espiritual demoníaca contra sua autoridade apostólica.
Ø
Falsos
apóstolos estavam disseminando argumentos contrários ao apóstolo Paulo.
Ø
Sua
carta, portanto, é uma defesa de seu apostolado e de sua autoridade em Cristo,
como uma autoridade de Deus junto a esses irmãos.
Ø
As
fortalezas são prisões espirituais que prendem a mente de uma pessoa, de modo a
impedí-la de viver debaixo do governo de Deus, em obediência à sua autoridade.
Ø
Todo
aquele que está em rebelião, tem sempre uma “boa razão” para isso.
Exemplo:
o
Meu líder não me valoriza.
o
Eu não concordo com algumas coisas que
meu líder faz.
o
Meu líder perdeu a unção.
o
Não concordo que meu líder seja
remunerado pela igreja.
o
Porque devo honrar meu líder? Ele é um
homem como eu.
o
Eu não sinto mais a presença de Deus aqui
nesta igreja.
o
Eu tive uma visão e meu líder não crê em
visões.
o
Meu líder não tem uma formação superior e
eu, bem, eu sou uma pessoa com formação superior e etc.
Ø
O desobediente
tem sempre um bom argumento em sua mente para agir da maneira como está agindo.
Isto é uma fortaleza..
Ø
Sua
atitude de desobediência abriu brechas para demônios.
Ø
Toda
pessoa que está tomada pelo espírito da desobediência e/ou rebelião, em algum
momento, abriu uma brecha através de uma tendência pessoal ou uma inclinação de
sua própria natureza para tal.
Ø
A
palavra em Tiago 1.13-15 diz que ninguém é tentado por Deus para a
desobediência,
o
”Ao contrário, cada um é tentado (a desobedecer) pela sua própria cobiça (desejo
pecaminoso), quando esta o atrai e o
seduz. Então, a cobiça (de ser o que Deus não o chamou para ser, de ter o
que Deus não quer que voce tenha, de ocupar um lugar de liderança que Deus não lhe
deu, de falar contra àqueles que estão em posição de autoridade e, que foram
constituídas por Deus e etc). Depois de
haver concebido, dá a luz o pecado (a demônios, que começam a edificar as
fortalezas da desobediência); e o pecado (a desobediência contra Deus e suas
autoridades), uma vez consumado, gera a
morte”.
Ø
Em Tiago
encontramos ainda que,
o
“O homem de Deus deve ser pronto para
ouvir e tardio no falar, tardio para se irar”.
Ø
Todo
rebelde está dominado pelo espírito da ira, se torna uma pessoa falante,
amaldiçoa seu líder, está tomado pelo orgulho, cheio de argumentos humanos.
Ø
O
rebelde não usa a Palavra porque sabe que a Palavra condena suas atitudes (Tiago
1.19-22)
Ø
A
palavra de Deus quebra as fortalezas da desobediência, promovendo a libertação.
o
Tiago
1.25 “mas aquele que considera,
atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo
ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem sucedido no que
realizar”.
Ø
Como
igreja do Senhor, somos chamados à liberdade.
o
Gálatas
5.1 “para a liberdade foi que Cristo nos
libertou, permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a um jugo de
escravidão”.
Ø
A
desobediência é uma prisão, é a antítese da liberdade.
o
Gálatas
5.12, 13a diz: “tomara até se mutilassem
os que vos incitam à rebeldia, porque vós, irmãos, fostes chamados à
liberdade...”.
Ø
Paulo
deseja que não somente os rebeldes
judaizantes se circuncidassem, mas também arrancassem seus órgãos sexuais.
Ø
A
desobediência traz mutilação e esterilidade.
Ø
Uma
pessoa aprisionada pelo espírito da desobediência, tem sua vida cristã
mutilada, ela não cresce, não frutifica, não produz e não se reproduz. Ela
perde sua virilidade espiritual por completo.
COMO SER LIBERTO DESTA FORTALEZA CHAMADA: “DESOBEDIÊNCIA” e
“REBELDIA”?
Em primeiro
lugar:
Reconhecer que está sob a influência
deste espírito (Gl 5.19)
Ø
A
ira é obra da carne.
Ø
O
ciúme é obra da carne.
Ø
A
feitiçaria, que é rebeldia, é obra da carne.
Ø
Discórdia
é obra da carne.
Ø
Dissensões,
facções e invejas, são obras da carne.
Ø
Todas
estas características estão presentes naqueles que estão sob a influência do
espírito da desobediência.
Arrependimento e confissão (II Pd 3.9)
Ø
O Senhor
não quer que voce se perca, senão que se arrependa e seja liberto.
Ø
Jesus
falou que a verdade nos libertaria (Jo 8.32). Ele é a verdade, Ele é a palavra
que liberta, Ele quer te libertar de todo poder das trevas, destruindo toda
fortaleza que Satanás e seus demônios construíram na sua mente para aprisioná-lo,
impedindo-o de viver em submissão à autoridade de Deus e às autoridades por Ele
constituídas.
Ø
Jesus
tem o poder para entrar em sua mente, destruir as fortalezas e levar cativo o
seu pensamento em completa obediência ao Pai.
Ø
Toda
atitude de desobediência, bem como quem a pratica serão punidos.
Castigos da desobediência. (Lv 26.14-39; Dt
28.15-68)
Bênçãos decorrentes da obediência (Lv
26.3-13; Dt 7.12-24; 28.1-14; Lv 26.40-46)
Escolha hoje a bênção e viva a vida de Deus,
a vida que Cristo conquistou para voce.
Conclusão:
Toda conquista, seja da sua família, de
seus amigos, um emprego melhor ou a conquista de sua cidade, precisa estar
debaixo da obediência a Deus e à sua palavra.
O rebelde não conquista as conquistas de Deus.
O servo obediente, que usou em obediência
o seu talento ouvirá:
o
“vinde bendito de meu Pai, possuí o reino
que está preparado para você...”
JOSÉ CARLOS GALHARDO DO
VALE (Apóstolo)
Ministério Apostólico Templo
das Nações
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